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Não é das minhas leituras habituais (sou mais rapaz de ler o Record!), mas de vez em quando leio as gordas do New York Times, e aprofundo um ou outro artigo que me cative a atenção. E este cativou-me, pela negativa...

 

É incrível como estamos a levar uma geração à infelicidade de "não ser o melhor". E, como conta o artigo, não são apenas as ocultas "forças do mal" e a tal Sociedade (essa entidade maléfica, que no fundo somos todos nós), são também os próprios pais! Em vez de ensinarmos os nossos filhos a serem pessoas felizes, ensinamo-los a quererem ser os melhores. Ou antes, transmitimos a ideia de que se forem os melhores, serão felizes. Mas não são. Tornam-se insatisfeitos e instáveis. E quando não são os melhores, seja por que razão for, deprimem e definham! Anualmente, nos EUA, 1100 deles põem termo à sua própria vida. Vidas jovens com futuros brilhantes à sua frente, mas que não suportam ter "falhado" e não serem os melhores. Tudo isto por causa da vergonha de se sentirem uns "falhados"...

 

Podem dizer "isso é nos Estados Unidos", mas se cá (ainda) não vemos os efeitos sob a forma de suicídio, deve haver pelo menos muita depressãozita com isto por trás...

 

Dá que pensar, sobre como reagir ao próximo relatório com as notas dos nossos filhos, não dá?

 

Para quem quiser ler na íntegra...

http://www.nytimes.com/2015/08/02/education/edlife/stress-social-media-and-suicide-on-campus.html?_r=0

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