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Saúde

por FS, em 22.12.15

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Bom saber que o meu coração apenas poderá padecer de amor...! ;) E que o único doce em excesso serão os teus beijos...

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Crime (Im)perfeito

por FS, em 21.12.15

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p>Ontem, enquanto andava nas compras de Natal, fui atacado por uma velha ideia que um dia ainda eu de realizar: dormir numa livraria!

Eu sei, parece ridículo, mas há mais de 20 anos que penso nisto.

 

Apesar de nunca ter sido um leitor dedicado, muito pelo contrário, sou bastante preguiçoso nesse capítulo, lembro-me de há uns anos ter ficado "colado" à montra de uma velha livraria, a admirar a quantidade de livros que ali estavam. Fiquei a imaginar a quantidade de histórias, estórias e informação que ali estavam adormecidas, à espera que alguém lhes pegasse e desse vida. E pensei, "como será passar uma noite ali dentro, em tão boa companhia?" Pegar neste e naquele, folhear, ler, declamar, brincar...

 

Se um dia me der para ser ladrão, assalto uma livraria... Será uma carreira curta, porque me irão apanhar no local do crime num instante...

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Eu também

por FS, em 14.12.15

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Malgrado a comparação com o senhor da capa (não me estou a pôr em bicos dos pés, por favor), é mesmo isto... Será a "crise de meia idade"? Não entendo... Não é fisicamente, que já não aguento as noitadas de outrora, mas o que sinto é na forma de pensar e de ver a vida.

Sinto que aos vinte era muito mais conservador do que sou agora. Parece que tinha mais certezas e que vida tinha menos formas "correctas" de ser vivida.

Dizia-me um grande amigo em tempos, "aos 20 queremos mudar o mundo e aos 30 queremos comprá-lo"! Mas eu não sinto isso... Se alguma vez o quis comprar (e duvido que o tenha pensado), foi aos 20... Aos quarenta apetece-me é torná-lo melhor (whatever that means) e criar e saborear os melhores momentos que o mundo e a vida me podem oferecer...

 

E só para terminar, (com uma frase feita, o que é piroso, eu sei) não sei se fui eu que mudei, porque se diz que as "pessoas não mudam, revelam-se"!

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A época dos "homensestátua"

por FS, em 08.12.15

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Se bem que este específico mês de Dezembro me esteja a custar, as memórias dos Natais passados pululam na minha mente. Há uma data de coisas que são familiares e aquecem a minha pobre alma. Voltamos a ver cenas bonitas que nos comovem, e as menos agradáveis que nos deixam pensativos. Uma séria de criaturas e fenómenos saiem debaixo das pedras e dos armários onde se escondem o resto do ano.

E há uma espécie que me deixa compassivo e com vontade de ajudar: os homens-estátua! Calma, não são aquelas que andam pela Baixa, com adereços e pinturas brilhantes e metálicas... São aqueles que ficam especados à porta das lojas, com ar sorumbático, de sacos das compras nas mãos, inertes, rodando o seu olhar apático pelo que passa e os envolve, enquanto as suas mais-que-tudo dão (muito) que fazer à Redunicre®!

Pobres rapazes... Não vais caiem os parentes na lama se entrarem nas lojas e participarem no acto de escolha e compra do presente de Natal. A sério que não caiem! Até pode ser um tanto ou quanto divertido, se não fôr feito em excesso!

Não é a vossa praia? Aceito! Mas então não façam essa figurinha, jovens... Enfiem-se na FNAC e vão ver livros, discos ou as últimas novidades em telemóveis ou o que vos interessar! Sentem-se numa esplanada a tomar conta dos sacos e a ler.

Abraços e boas compras!

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Vazio...

por FS, em 07.12.15

...por dentro... Sem alma... É como me sinto neste mês de Dezembro. Como diria a minha mãe, "estou como o tempo, cinzento"...

 

Parece que nada faz sentido como está... E não gosto disso.

 

Vou mas é parar de lamber as feridas e mudar as coisas...

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One lucky bastard...

por FS, em 09.11.15

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Ora a prova de que não são um mito...

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Fim de capítulo...

por FS, em 15.10.15

Chegou o momento de ir à procura de outras paragens. Ponho fim aos dezassete anos desta relação profissional, a minha primeira, e parto para outra aventura.

Aprendi muito, e cresci ainda mais, como profissional e como homem. O que sou hoje, o melhor e o pior de mim como pessoa, também foi moldado no ambiente onde trabalhei estes anos.

Aos meus chefes, agradeço o que me ensinaram e os momentos de incentivo (positivo e negativo) que cederam e me endereçaram. Gostava que soubessem que sempre me empenhei ao máximo em tudo o que fiz. Se em certos momentos questionei as decisões, foi sempre por considerar que a minha opinião era pertinente e para termos, todos, a certeza que o caminho a seguir era o melhor para a empresa. Mas depois de escolhido o caminho, percorri-o sempre com todo o empenho.

 

Aos que trabalharam à minha responsabilidade, em primeiro lugar agradeço-vos a vossa lealdade e dedicação. Tentei lidar convosco com a maior abertura, sinceridade e lealdade. Tentei sempre partilhar convosco tudo aquilo que sabia e explicar-vos o porquê das coisas que fizemos. Sempre acreditei que o "compreender" seria muito melhor do que o "obedecer", tanto para vocês, pois cresceriam também com isso, como para mim, pois é mais fácil trabalharmos em equipa partilhando o conhecimento. Em cada jornada ao vosso lado tentei que se inspirassem no que fazemos e que procurassem experimentar e descobrir coisas novas. E a maior parte de vocês retribuiu e fez-me aprender imenso. Mostraram-me coisas novas e ensinaram-me novas formas de trabalhar, de sentir e de estar a nossa profissão. Fizeram-me maior e tornaram-me mais rico. Sempre acreditei que vocês são os melhores e são capazes de tudo. A minha função prioritária foi dar-vos as condições e o apoio para o vosso sucesso.  E acreditem que senti cada um dos vossos momentos de vitória e de derrota como se fosse meu. Espero que se tenham apercebido disso... ou então terei falhado redondamente.

 

Aos (poucos, mas bons) amigos que deixo, que começaram por ser apenas colegas e "irmãos de armas", vocês são o melhor grupo de profissionais que conheço. Há, entre vós, abertura de espírito para debater e discutir opções, falhas e melhorias. Não apertam, nunca. E no fim, riam-se de tudo, porque essas vossas qualidades fazem de vocês um grupo imbatível...

 

Obrigado por tudo e... até um dia.

 

(Isto foi só um "ensaio de alma"... Mas um dia será a sério e escreverei estas linhas. É mais uma vez, irei crescer...)

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Carta a Garcia (versão revista)

por FS, em 14.10.15

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Deve ser uma das parábolas preferidas dos chefes e dos muitos profetas/pregadores da motivação no trabalho que proliferam por aí: a "Carta a Garcia".

Para quem não a conhece, resumo aqui. Durante a guerra Hispano-Americana, o presidente McKinley incumbiu um tenente norte-americano, de seu nome Rowan, de entregar uma mensagem ao líder rebelde cubano, o tal do Garcia. Ora, conta a história escrita Elbert Hubbard, que parece que o tenente Rowan nem perguntou onde nem como podia encontrar o destinatário da carta, tendo pura e simplesmente metido pés ao caminho e, sem colocar entraves e criar dificuldades à sua tarefa, entregue a missiva. Um verdadeiro exemplo de proactividade, abnegação em prol da tarefa e de "fazer parte da solução e não do problema".

Até aqui tudo muito bem. Eu aceito e concordo. A maior parte das vezes as dificuldades estão na nossa cabeça, e as que não estão só na nossa cabeça não são ultrapassadas se não tentarmos.

 

Agora a parte que eu não compreendo, ou pelo menos questiono é: será que o presidente McKinley perguntou ao Tenente Rowan, depois deste ter entregue a carta, se ele tinha ido por Havana, Santiago de Cuba ou mesmo se tinha ido a banhos em Varadero? Duvido que o tenha feito... Se houvesse alguma especificidade em relação à entrega deveria ter sido dita, não? "Ó Sô Tenente, não vá a Havana e evite os Mojitos de Varadero!", por exemplo...

Se assim é, porque é que a maior parte dos chefes e gestores (que tanto gostam desta história para motivar as suas equipas) deste país têm de opinar sempre em relação à forma como nós entregámos a carta ao Sô Garcia?! Há sempre qualquer coisa que nós, pequenos Rowans, não fizemos bem. Não estavam lá para avaliar a situação é tomar uma decisão, pois não? Resolvemos a coisa da forma que considerámos melhor. Não fizemos as coisas como o chefe faria? Não, não fizemos... Porque cada um de nós é diferente e avalia as situações de forma diferente. Mesmo entre nós, meros serviçais, quem é que as faria exactamente de forma igual à do "colega lacaio? Provavelmente ninguém... Haveria sempre algo diferente. Mas o que interessa isso? A carta não foi entregue? Se o chefe quer eficiência na entrega, isso é diferente, chefe... Para isso preciso de diálogo e de recursos para planear.

Para a próxima mandem-lhe um e-mail, porra...

 

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Pai (in)disponível

por FS, em 13.10.15

Há coisas que não mudam por decreto, e a mentalidade das pessoas é uma delas.

Ser pai e mãe terá sempre um preço a pagar na vida profissional. E desenganem-se aqueles que acham que só acontece às mulheres. Também nos acontece a nós homens.

E aos homens que não acontece isto é porque, das duas, uma: ou têm um óptimo chefe/patrão; ou são daqueles que "ajudam imenso" e não dos que "dividem as responsabilidades".

 

No caso das mulheres é logo assumido que vão ter menor disponibilidade, mesmo depois da licença de maternidade. Não há qualquer tipo de abébia nesse campo para as mulheres, e a reacção é imediata.

No caso dos homens o processo é um pouco mais demorado. As chefias assumem que a paternidade não nos altera a disponibilidade até ao dia em que surge a primeira doença do petiz e calha-nos a vez de ficarmos em casa. E depois começam a reparar que nós até os vamos levar ou buscar à escola, pasme-se! Que "perdemos" tempo com essas coisas "de mãe"...

E nós vamos tentando compensar essa nossa "falta de disponibilidade" com aquilo que a vida e a idade nos vão dando: experiência e sapiência! Vamos tentando sobreviver e desenvolvemos outras armas para nos sentirmos menos "outsiders"... 

 

Foi uma opção que tive de tomar na vida quando os meus filhos nasceram: quero estar presente e ser parte do seu crescimento.

E se calhar outras mais terei de tomar...

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Fashion Police

por FS, em 24.09.15

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Sempre pensei que a maioria das pessoas escolhe a roupa que usa por razões muito pessoais, que podem ir do simples marcar uma posição (como foi o início do Punk), para se identificarem com uma determinada tribo urbana (góticos, betos, etc), para não terem de pensar e apenas se sentirem confortáveis (sendo o exemplo extremo as personagens que vestem fato de treino ao fim-de-semana), ou para se sentirem de certa forma atraentes e com estatuto perante os pares e/ou potenciais parceiros sexuais (e peço desculpa pelo discurso pseudo-técnico, mas foi a melhor forma que encontrei de o descrever).

 

Ora, é com algumas pessoas desta última categoria ("para se sentirem de certa forma atraentes e com estatuto perante os pares e/ou potenciais parceiros sexuais") que o meu pequeno cérebro neanderthal bloqueia e entra em loop.

E esta minha paragem não acontece por haver pessoas que se vestem com esse propósito (consciente ou inconsciente), até porque acho que a esmagadora maioria o faz (inclusivamente os "desalinhados" das tendências da moda tentam parecer mais atraentes segundo os padrões da sua "tribo"), mas porque na maior parte das vezes essas pessoas dão importância à opinião de uma miríade de críticos experts desta área (leia-se, da moda) que não se enquadram no "público alvo": nem são pares, nem são eventuais parceiros amorosos!

 

Confusos? Acredito... Vou retirar os "pézinhos de lã" à minha escrita, correr o risco de ser vaiado e apupado por ser mal interpretado (mas cá estarei para esclarecer as dúvidas), e vou concretizar a minha ideia:

Expliquem-me, pela alminha da Santa, porque é que há mulheres que ligam tanto à opinião dos críticos de moda homens homossexuais?

 

Porque é que, por exemplo, o Cláudio Ramos há-de ter uma opinião de relevo em relação ao que as mulheres devem ou não vestir??? O senhor não encaixa em nenhuma das categorias: não é um par, porque é homem; não é um potencial parceiro amoroso, porque é gay! Então porquê dar tanta importância ao que esta criatura opina acerca disso? Ele não vai poder dizer com conhecimento e validade empírica "eu vestia aquilo, mas noutra cor para salientar a cor da minha pele", nem por outro lado vai poder dizer "acho que uma mulher vestida dessa forma fica super atraente, sem ficar vulgar"! Então, de que vale a opinião dele, Jasus?...

 

Não me faz sentido, desculpem... Mas a verdade é que proliferam nos media, como cogumelos...

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